quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

bolo de caixinha.

Deixa eu te contar:

Aqui no apartamento nós não temos fogão.
Temos um forninho e um fogãozinho elétrico de duas bocas.
Aí minha mãe me deu uma mini forma de bolo [daquelas com furo no meio] que cabe estratégicamente dentro do forninho.
Há dois dias eu fui fazer um bolo de chocolate... daqueles de caixinha mesmo.

Tralálá, misturei tudo, untei a forma, coloquei a massa, pré-aqueci o forno, coloquei a forma lá dentro e fui pra sala.

Nem me liguei que o tempo e a temperatura que indicava na embalagem eram pra fornos convencionais, mas enfim.

Eis que sinto um cheiro peculiar de coisa queimando... e corri pra ver o rebento no forno.

Imagine a forma de bolo. Agora divida-a no meio.
Do lado direito estava um bolo com uma pequena crosta queimada, mas crescidinho e tal.
Do lado esquerdo estava o irmão gêmeo maligno, que havia se transformado num monstro de massa de bolo que não assou direito.
NÃO ME PERGUNTE.
É tipo gêmeos univitelinos: vêem da mesma célula, crescem no mesmo útero e depois que nascem, um sempre dá desgosto.

Aí eu fiz uma cirurgia, tirei da forma, cortei o pedaço disforme e a crosta queimada e tarããã... ele ficou saradinho de novo! \o/

Como se não bastasse passar mais tempo cozinhando do que eu deveria, fui fazer uma calda de chocolate pro bendito.
Receita mais fácil que piscar com os dois olhos:
4 colheres de Nescau, duas de manteiga ou margarina e adicionar um pouquinho de água pra ficar crocantezinha.

Eu devia ter usado manteiga.
A margarina deu um gosto forte na calda e empesteou o bolo inteiro...!

C'est la vie!
Na próxima vou na padaria!

Um comentário:

Anônimo disse...

Que bom que você ainda escreve aqui.

=)