quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

75. Direto do País da Piada Pronta!


JOSÉ SIMÃO

BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta!
E eu não vou ser processado porque nunca chamei a Preta Gil de gorda. Ao contrário, acho que ela tem um corpinho de teen. Teen Maia! Rarará!
E o inverno veio passar o verão em São Paulo! Tá chovendo ou tão cuspindo na gente? Tão cuspindo. E deve ser algum argentino!
E casa alagada paga IPTU? Paga. Imposto Para Teto Úmido!
E hoje eu vi uma coisa incrível: um sem teto lendo a "Caras". Verdade. É que pra ele deve ser revista de ficção. Ele devia abrir a casa pra "Caras". Daria uma manchete incrível: "Sem teto abre a casa para a "Caras'".
E o pensamento carnavalesco galinhesco: "transar com uma mulher só é trair todas as outras". Por isso que acaba de sair o corno trio elétrico: atrás da minha mulher só não vai quem já morreu! Rarará!
E o Blog do Bonitão revela como o Lula cantou o parabéns no aniversário do governador do Rio: "Parabéns a você, nesta BALA PERDIDA!" Aí os cariocas reclamam. Mas a pior forma de resolver um problema é ignorar o problema! Rarará!
E os parlamentares retidos na Antártida por causa do mau tempo? Sorte nossa! O mau tempo conspira a nosso favor! E porque eles não voltam a pé? A Marcha dos Pingüins! Só que os pingüins têm dois problemas: só andam e ainda são monogâmicos!
E o Lula na televisão? "Se beber, não dirija". E ele bebe e ainda dirige o Brasil! Rarará!
E aí o homem fala para a mulher: "Por que você nunca me fala quando atinge o orgasmo?". "Porque você nunca tá em casa na hora." Rarará! É mole? É mole, mas sobe! Ou como diz aquele outro: é mole, mas trisca pra ver o que acontece! Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heróica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês". Acabo de receber mais um exemplo hilário de antitucanês. É que na Bahia tem um bloco de terceira idade chamado Bloco da Espada Preguiçosa! Rarará! Mais direto, impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. "Tirano": companheiro que não tá pondo, só tirano. Rarará. O lulês é mais fácil que o inglês. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje, só amanhã Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno. No pingolim. Pra ver se bate no teto!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

74. 2008

Bom Dia!
Mais um ano que começa, um ano que promete...
Promete muitas realizações, muito conhecimento, muitas alegrias, muito trabalho. Amém.

Espero que tenham passado bem o Natal e a virada de ano.
Como o primeiro post do ano, quero compartilhar um acontecimento...

Não faz mais do que 15 minutos, passou um senhor na minha porta. Mãos castigadas, cabelos ralos, pele morena do Sol, roupas simples e um tanto velhas, mas ainda com um brilho nos olhos.
Carregava nas costas uma enxada e na mão uma faquinha.
Parou em frente à janela, e, animadamente, me chamou.
Fui ver o que ele queria, e ele me perguntou se podia arrancar os matos da calçada, por uns trocados, pra ajudá-lo. Um nó surgiu na minha garganta.
Falei pra ele aguardar por um momento e fui perguntar para o meu pai/chefe, que me disse que era melhor não, pois a calçada do escritório é cheia de pequenos paralelepípedos, que poderiam sair ao tirar a grama. No entanto, não iríamos deixar aquele senhor sair dali sem nada, então pegamos algumas notas e demos para ele.
Expliquei que não precisava arrancar, pois a casa era alugada e o dono nos havia dito que passaria veneno, para o mato morrer.
Ele agradeceu e foi para a próxima casa.

É de cortar o coração, e eu não falo da boca pra fora.
Mundo injusto esse.
Tenho certeza que ele trabalhou duro a vida inteira [caso contrário não estaria trabalhando agora, mas estaria simplesmente pedindo dinheiro, sem nenhum trabalho em troca], e ainda hoje, na idade em que se encontra, tem que sair de porta em porta, debaixo de um sol quente, buscando dinheiro para sobreviver.

Diante desse quadro, eu pergunto: Você, que ri quando conto meus planos políticos, ainda acha que não vale a pena tentar melhorar essa cidade, esse estado, esse país? Não é por mim, muito menos por você; é por essas pessoas, que merecem, no mínimo, um descanso no fim da vida.

Não estou falando que trabalhar é uma coisa ruim. Já diziam há muito tempo que “o trabalho dignifica o homem” [sobre o que eu ainda tenho os meus questionamentos], mas existem trabalhos e trabalhos.
Trabalhar, na minha concepção, é uma atividade que te acrescenta algo, uma experiência, um conhecimento.
E o único conhecimento que essa atividade vai acrescentar à esse senhor, é de que a vida é dura.
Fico esperando, caso alguém queira responder. Pontos de vista são úteis.

Abraço.
P.S.: